segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Artur Gomes - 50 Anos de Poesia - Com Os Dentes Cravados na Memória IV

 


Artur Gomes – 2023 – 50 Anos de Poesia

Memória e Resistência – uma Trajetória Multilinguagens – Com Os Dentes Cravados na Memória - IV

 Em 1975 com Ponto de Luz,  parceria com Vitor Meirelles(Pardal) e Bento Mineiro, vencemos o Festival de Música do SESC Campos.

Aqui preciso abrir um parêntese para descrever um acidente que aconteceu comigo em 1967 e que foi aos poucos me direcionando para outros caminhos em direção a Arte. Mas deixo essa questão para os apontamentos que tenho feito para o livro de memória: Da Nascente A Foz – Um Rio de Palavras.

Em 1976, com Balada Pros Mortais, parceria com Paulo Ciranda, vencemos o Festival de Música de Itaocara-RJ e posteriormente o Festival Universitário realizado no Rio pela Universidade SESRIO.

Interpretei o personagem Fando, da peça Fando e Lis, de Fernando Arrabal, contracenando com Maria Helena Gomes, direção de Orávio de Campos Soares, no Teatro do SESC.

 Me encontrava escrevendo alguns poemas e textos para o livro Além da Mesa Posta, que seria lançado em 1977, foi quando ouvi primeira vez a música Apalo Seco de Belchior e os versos “tenho 25 anos de sonho e de sangue e de América do Sul por força desse destino um tango argentino me vai bem melhor que um blues”, soaram como uma pedrada na cuca e vieram de encontro ao que estava escrevendo na época:

 

Tenho mais de 25 mil perguntas

Tenho mais de 25 mil cartas sem respostas

Tenho um futuro à minha frente

Um presenta às minhas custas

E o um passado às minhas costas

Eu tenho sangue nas veias

Não tenho estrela na testa

A vida vale o quanto custa

E poesia é o que me resta.

 

Daí, peguei o material  já escrito e criei o monólogo – 25 Anos de Sonho e Sangue, que algumas vezes de forma solo e outras contracenando com Jorge Pessanha Santiago, encenei no Teatro do SESC Campos, Teatro São João, em São João da Barra e em Santa Maria Madalena.

Vale lembrar que Jorge Pessanha Santiago(Baiano), na época era estudante do curso Técnico na Escola Técnica Federal de Campos e hoje é doutor em Antropologia, professor titular da Universidade de Lion, na França.

Em Santa Maria Madalena conheci Eurídice Hespanhol Macedo, amor à primeira vista e musa de algumas poesias que escrevi para concluir o livro Além da Mesa Posta.

 

Leia mais no blog https://fulinaimacentrodearte.blogspot.com/

 

 


sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Artur Gomes - 50 Anos de Poesia - Com os Dentes Cravados Na Memória - III

 


Artur Gomes – 50 Anos de Poesia

Memória e Resistência

Uma Trajetória Multilinguaens

Com Os Dentes Cravados Na Memória – III

 Em 1975 lancei o meu segundo livro de poesia: Mutações Em Pré-Juízo, com prefácio de Marcos Wagner Coutinho, com quem passei inúmeras tarde na varanda de sua casa, conversando sobre literatura, música, poesia e o nosso cotidiano na Escola Técnica Federal de Campos.

 Havia começado a rascunhar alguns textos e poemas para um próximo livro, que ainda não tinha encontrado o título, quando Deneval Azevedo Filho, me propõe fazer uma adaptação para o Teatro, e assim nasceu a peça Judas – O Resto Da Cruz, encenada no Teatro de Bolso, em julho de 1975.

 Em 1975 também começo a cooptar estudantes da ETFC para uma Oficina de Teatro, e realizamos a segunda montagem de Judas – O Resto Da Cruz, no Teatro do SESC, com direção de Ronaldo Pereira, e alguns meses depois realizamos uma outra montagem no Centro Cultural de Macaé, com uma concepção cênica de Newton Rabello.

As parcerias com Paulo Ciranda seguiam ao sabor do vento, e em 1976, foram desaguar em outros Festivais.

 

Mas isso é assunto para a próxima postagem

Leia mais no blog https://centrodeartefulinaima.blogspot.com/

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

IIº Festival Cine Vídeo De Poesia Falada

IIº Festival Cine Vídeo De Poesia

 O primeiro Festival Cine Vídeo de Poesia Falada, foi realizado de dezembro de 2020 a dezembro de 2021 de forma virtual na página Studio Fulinaíma Produção Audiovisual - e em 2021 fiz a curadoria para a Mostra Cine e Vídeo de Poesia Falada, que foi realizada também de forma virtual, pelo SESC Piracicaba-SP.

 Pois bem, agora em 2023 pretendemos realizar o IIº Festival Cine Vídeo de Poesia Falada, de forma presencial em Campos dos Goytacazes-RJ, dentro da programação do Sarau – Campos VeraCidade  As Multilinguagens No Museu - com participação aberta a todos os poetas, atores, produtores que produzem vídeos com Poesia Falada.

 O envio dos vídeos pode ser feito através de links onde os vídeos estiverem hospedados, para o e-mail fulinaima@gmail.com e as exibições começarão a partir do dia 31 de  março  no Museu Histórico de Campos.

 

Artur Gomes

Fulinaíma MultiProjetos

fulinaima@gmail.com

22 - 99815-1268 – whatsapp


quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Artur Gomes - 2023 - 50 Anos de Poesia

Artur Gomes -  2023 50 Anos de Poesia

Memória e Resistência

Uma Trajetória MultiLinguagens

Com Os Dentes Cravados Na Memória – II

 Onde e Quando Começou Minha Paixão pela MPB

 Em 1967/1968 passei um ano entre Rio de Janeiro e Brasília, dentro do Quartel da Cavalaria – Dragões da Independência. Ali mesmo pela TV assistimos ao Festival Internacional da Canção, (TV Globo), onde ouvi pela primeira vez Milton Nascimento cantando Travessia, parceria dele com Fernando Brant.

Logo depois,  assistimos o emblemático  Festival da Record, lançando para o estrelato, Edu Lobo, Gilberto Gil, Chico Buarque e Caetano Veloso. E em 1968, Geraldo Vandré é consagrado com o seu hino anti-ditadura: Para Não Dizer Que Não Falei de Flores, uma parceria com Teo de Barros.

Ali estava sacramentada definitivamente a minha paixão pela MPB, que permanece viva até os dias atuais. Quando voltei do exército em maio de 1968, fui convidado a ocupar a vaga de linotipista na Oficina de Artes Gráficas da então Escola Técnica Federal de Campos , (ETFC), o que aconteceu a partir de 1 de julho daquele mesmo não.

Em 1973 quando lancei o livro Um Instante No Meu Cérebro, ainda morava na Fazenda Santa Maria de Cacomanga. EM 1974, passamos a morar em Campos, na Rua José Perlingeiro Junior, 22, no Parque Jockey Clube, e em um dos passeios que costumava fazer pelo centro da cidade, re-encontrei Paulo Ciranda e lhe apresentei 2 letras que havia acabado de escrever.

Uma semana depois, ele me mostrou as duas já musicadas: Deusas de Marfim e Caminho de Paz. Classificamos as duas no IV Festival de Música de São Fidélis e vencemos o Festival com Caminho de Paz, interpretada na voz de Vitor Meireles (Pardal), e eu ainda ganhei a medalha de Melhor Letra.

O Festival de Música de São Fidélis, era realizado na época, pela Secretaria de Turismo, que tinha como titular Mauri Simão, um grande entusiasta da cultura musical na cidade. A partir de então, ganhamos um grande fã na cidade, o advogado Fidélis Pereira.

A notícia sobre a nossa vitória em São Fidelis, chegou pela voz do radialista Nicolau Louzada, que integrou a Comissão Julgadora do referido Festival, e logo fomos convidados para a Festa de Fim de Ano, do também radialista Ismael Luis(Bolinha), realizada no Clube de Regatas Campista, onde pela primeira vez em Campos, nos apresentamos acompanhados pelo grupo Turma do Campo, composta por Paulo Ciranda, Vitor Meirelles, Apolinário, Leozinho, Abelha e Inês.

 E logo depois se inicia a minha incursão pelos palcos de Campos dos Goytacazes, no Teatro de Bolso, com o musical Gotas de Suor, produzido e dirigido por Kapi.

 Assunto para a próxima postagem

Leia mais em https://centrodeartefulinaima.blogspot.com/


sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Artur Gomes - Com Os Dentes Cravados Na Memória - I

Artur Gomes – 50 Anos de Poesia

Memória e Resistência – Uma Trajetória Multilinguagens

Com os Dentes Cravados Na Memória 

Em 23 de setembro de 1973, quando ainda trabalhava como linotipista, na Oficina de Artes Gráficas da então, Escola Técnica Federal de Campos, lancei o meu primeiro livro de poesia: Um Instante no Meu Cérebro, prefaciado pelo meu querido amigo Dr. Renato Marion de Aquino.

A poesia que dá título ao livro descreve o funcionamento de uma Linotipo, a máquina que me fez apaixonar pela Tipografia quando de 1961 a 1964 cursei o Ginásio Industrial na Escola Técnica de Campos, ainda situada na Rua Tenente Coronel Cardoso, hoje sede da UNIPLU.

A poesia desse livro, em sua maior parte é dedicada aos meus ídolos da época: Janis Joplin, Jimmi Hendrix, Joe Cocker e Led Zepelin. Eu frequentava a casa de Luiz Ribeiro, (eterno parceiro) e muitas tarde dos anos de 1972 passamos ouvindo rock ou assistindo os ensaios da sua banda Lúcia Lúcifer.

Em 1973 mesmo classifiquei uma canção para o Festival de Música de São Fidélis. Para defende-la criei um trio com dois alunos do curso de Eletrotécnica: meus caros amigos/irmãos: Romeu Carvalho e Ronaldo Bastos e fomos ensaiados pelo saudoso Anoeli Maciel.

Nossa apresentação no Festival em São Fidélis, não foi lá grande coisa, mas ali conheci Paulo Ciranda, que viria a se tornar o grande parceiro musical dessa minha trajetória.

Mas isso é assunto para a próxima postagem.

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Artur Gomes -  2023 50 Anos de Poesia

Memória e Resistência

Uma Trajetória MultiLinguagens

Com Os Dentes Cravados Na Memória – II

 Onde e Quando Começou Minha Paixão pela MPB

 Em 1967/1968 passei um ano entre Rio de Janeiro e Brasília, dentro do Quartel da Cavalaria – Dragões da Independência. Ali mesmo pela TV assistimos ao Festival Internacional da Canção, (TV Globo), onde ouvi pela primeira vez Milton Nascimento cantando Travessia, parceria dele com Fernando Brant.

Logo depois,  assistimos o emblemático  Festival da Record, lançando para o estrelato, Edu Lobo, Gilberto Gil, Chico Buarque e Caetano Veloso. E em 1968, Geraldo Vandré é consagrado com o seu hino anti-ditadura: Para Não Dizer Que Não Falei de Flores, uma parceria com Teo de Barros.

Ali estava sacramentada definitivamente a minha paixão pela MPB, que permanece viva até os dias atuais. Quando voltei do exército em maio de 1968, fui convidado a ocupar a vaga de linotipista na Oficina de Artes Gráficas da então Escola Técnica Federal de Campos , (ETFC), o que aconteceu a partir de 1 de julho daquele mesmo não.

Em 1973 quando lancei o livro Um Instante No Meu Cérebro, ainda morava na Fazenda Santa Maria de Cacomanga. EM 1974, passamos a morar em Campos, na Rua José Perlingeiro Junior, 22, no Parque Jockey Clube, e em um dos passeios que costumava fazer pelo centro da cidade, re-encontrei Paulo Ciranda e lhe apresentei 2 letras que havia acabado de escrever.

Uma semana depois, ele me mostrou as duas já musicadas: Deusas de Marfim e Caminho de Paz. Classificamos as duas no IV Festival de Música de São Fidélis e vencemos o Festival com Caminho de Paz, interpretada na voz de Vitor Meireles (Pardal), e eu ainda ganhei a medalha de Melhor Letra.

O Festival de Música de São Fidélis, era realizado na época, pela Secretaria de Turismo, que tinha como titular Mauri Simão, um grande entusiasta da cultura musical na cidade. A partir de então, ganhamos um grande fã na cidade, o advogado Fidélis Pereira.

A notícia sobre a nossa vitória em São Fidelis, chegou pela voz do radialista Nicolau Louzada, que integrou a Comissão Julgadora do referido Festival, e logo fomos convidados para a Festa de Fim de Ano, do também radialista Ismael Luis(Bolinha), realizada no Clube de Regatas Campista, onde pela primeira vez em Campos, nos apresentamos acompanhados pelo grupo Turma do Campo, composta por Paulo Ciranda, Vitor Meirelles, Apolinário, Leozinho, Abelha e Inês.

 E logo depois se inicia a minha incursão pelos palcos de Campos dos Goytacazes, no Teatro de Bolso, com o musical Gotas de Suor, produzido e dirigido por Kapi.

 Assunto para a próxima postagem

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Artur Gomes – 50 Anos de Poesia

Memória e Resistência

Uma Trajetória Multilinguaens

Com Os Dentes Cravados Na Memória – III

 Em 1975 lancei o meu segundo livro de poesia: Mutações Em Pré-Juízo, com prefácio de Marcos Wagner Coutinho, com quem passei inúmeras tarde na varanda de sua casa, conversando sobre literatura, música, poesia e o nosso cotidiano na Escola Técnica Federal de Campos.

 Havia começado a rascunhar alguns textos e poemas para um próximo livro, que ainda não tinha encontrado o título, quando Deneval Azevedo Filho, me propõe fazer uma adaptação para o Teatro, e assim nasceu a peça Judas – O Resto Da Cruz, encenada no Teatro de Bolso, em julho de 1975.

 Em 1975 também começo a cooptar estudantes da ETFC para uma Oficina de Teatro, e realizamos a segunda montagem de Judas – O Resto Da Cruz, no Teatro do SESC, com direção de Ronaldo Pereira, e alguns meses depois realizamos uma outra montagem no Centro Cultural de Macaé, com uma concepção cênica de Newton Rabello.

As parcerias com Paulo Ciranda seguiam ao sabor do vento, e em 1976, foram desaguar em outros Festivais.

 Mas isso é assunto para a próxima postagem

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Artur Gomes – 2023 – 50 Anos de Poesia

Memória e Resistência – uma Trajetória Multilinguagens – Com Os Dentes Cravados na Memória - IV

 Em 1975 com Ponto de Luz,  parceria com Vitor Meirelles(Pardal) e Bento Mineiro, vencemos o Festival de Música do SESC Campos.

Aqui preciso abrir um parêntese para descrever um acidente que aconteceu comigo em 1967 e que foi aos poucos me direcionando para outros caminhos em direção a Arte. Mas deixo essa questão para os apontamentos que tenho feito para o livro de memória: Da Nascente A Foz – Um Rio de Palavras.

Em 1976, com Balada Pros Mortais, parceria com Paulo Ciranda, vencemos o Festival de Música de Itaocara-RJ e posteriormente o Festival Universitário realizado no Rio pela Universidade SESRIO.

Interpretei o personagem Fando, da peça Fando e Lis, de Fernando Arrabal, contracenando com Maria Helena Gomes, direção de Orávio de Campos Soares, no Teatro do SESC.

 Me encontrava escrevendo alguns poemas e textos para o livro Além da Mesa Posta, que seria lançado em 1977, foi quando ouvi primeira vez a música Apalo Seco de Belchior e os versos “tenho 25 anos de sonho e de sangue e de América do Sul por força desse destino um tango argentino me vai bem melhor que um blues”, soaram como uma pedrada na cuca e vieram de encontro ao que estava escrevendo na época:

 

Tenho mais de 25 mil perguntas

Tenho mais de 25 mil cartas sem respostas

Tenho um futuro à minha frente

Um presenta às minhas custas

E o um passado às minhas costas

Eu tenho sangue nas veias

Não tenho estrela na testa

A vida vale o quanto custa

E poesia é o que me resta.

 

Daí, peguei o material  já escrito e criei o monólogo – 25 Anos de Sonho e Sangue, que algumas vezes de forma solo e outras contracenando com Jorge Pessanha Santiago, encenei no Teatro do SESC Campos, Teatro São João, em São João da Barra e em Santa Maria Madalena.

Vale lembrar que Jorge Pessanha Santiago(Baiano), na época era estudante do curso Técnico na Escola Técnica Federal de Campos e hoje é doutor em Antropologia, professor titular da Universidade de Lion, na França.

Em Santa Maria Madalena conheci Eurídice Hespanhol Macedo, amor à primeira vista e musa de algumas poesias que escrevi para concluir o livro Além da Mesa Posta.

 

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

Campos VeraCidade - Agenda para 2023

 


Campos VeraCidade

Planejamento e agenda para 2023

 Primeira ação do projeto   em andamento:  Ensaios para montagem da peça:

O Último Godot – de Matéi  Visniec

Atores: Felipe Monda e Anderson Cabral

Encenação prevista para começar dia 31 de março no Sarau Campos VeraCidade – As Multilinguagens no Museu

Local: Museu Histórico de Campos

Produção e Direção: Artur Gomes


XXIIIº FestCampos de Poesia Falada

O FestCaqmpos de Poesia Falada, é um projeto criado pelo poeta, ator e produtor cultural Artur Gomes, em 1999 com o objetivo de incentivar a criação e interpretação de poesia falada. É aberto a participação de poetas de todo o território brasileiro. Oferece prêmios em dinheiro para os autores classificados em 1º, 2º e 3º lugares e para os 1º, 2º e 3º melhores intérpretes.

 Janeiro e fevereiro: pesquisa para fazer um levantamento dos poetas vivos em todo território brasileiro, para ampliar a minha lista de contatos.  Criação do Regulamento/Edital . e Ficha de Inscrição.  Definição do valor dos prêmios, e preparação de um histórico sobre o FestCampos de Poesia Falada, mostrando alguns poetas importantes no cenário cultural brasileiro que foram premiados no Festival.

Lançamento: início da divulgação: 1 de março.

Período de inscrições: 2 de março a 15 de junho.

Período de seleção das poesias que comporão as 2 semifinais: 16 de junho a 30 de julho.

Divulgação das 60 poesias selecionadas para as 2 semi-finais: 1 a 20 de agosto

Realização do Festival: 24, 25 e 26 de agosto.

Local: Palco Kapi – Teatro de Bolso

https://www.facebook.com/festcampospoesia


 Oficina de Poesia Falada

Criação e Interpretação

Objetivo: seleção de intérpretes para o XXIIº FestCampos de Poesia Falada .

Período da Oficina: Abril a Agosto – Definir Dias e Horários – Essa Oficina pode ser oferecida aos alunos do Curso Livre de Teatro e aos participantes do Grupo Letras em Movimento

Saraus

Campos VeraCidade

As MultiLinguagens no Museu – com Poesia, Música, Roda de Conversa, Teatro e Mostra Audiovisual

Todas as últimas sextas-feiras de cada mês.

Participações:  Adriano Moura, Adriana Medeiros, Christina Cruz, Joilson Bessa e Wisnton Churchil

1ª Edição: 31 de março – 19h

Processo de criação para montagem da peça O Último Godot

Texto – Matei Visniec

Atores: Felipe Monda e Anderson Cabral

Produção e Direção: Artur Gomes

Local: Paulco Kapi - Museu Histórico de Campos

 


Tributo A Gal

Marcela Roza e Banda – data: semana de aniversário do Teatro de Bolso

Local: Palco Kapi  - Teatro de Bolso –

Direção: Artur Gomes e Fernando Rossi

 


Corredor Cultural

Todos os primeiros sábados década mês.

Itinerário compreendido entre: pracinha no entorno do Mercado Municipal e Shopping Popular Michel Haddad, Praça São Salvador, Livraria Ao Livro Verde, trecho da Rua Santos Dumont a Rua Carlos de Lacerda e Cais da Lapa.

Percurso acompanhado com Boi-Pintadinho, cantorias, poesia, música e cultura popular.

Início: 1º de Abril – sábado

Boi Pintadinho – música de Paulo Ciranda e Artur Gomes – vencedora do Festival de Música de Miracema-RJ – 1981 – música para acompanhar o Boi em sua itinerança pelo Corredor Cultural https://www.youtube.com/watch?v=vGuGyQ9gR8A

 


Mostras e Exposições de Poesia

CONVERGÊNCIAS  - A poesia visual de Tchello d´Barros – Curadoria: Artur Gomes

Período: 5 a 30 de Abril

Oficina com Tchello d´Barros: 8  de Abril – das 15 às 17h

 9 de Abril – das 10 às 12h – Seguida de Roda de Conversa – com Tchello d´Barros, Artur Gomes, Adriano Moura e Ronaldo Junior.

 

Mostra Visual de Poesia Brasileira

Poesia em Movimento

Projeto de exposições com todas as linguagens poéticas contemporâneas, criado por Artur Gomes em 1983. Sua primeira edição aconteceu no mês de setembro no Palácio da Cultura. A partir de 1984 a MVPB foi realizada nas cidades de: Macaé, Miracema, Niterói e Rio de Janeiro. Até 1994 3 edições especiais da MVPB foram realizadas:

Em 1986 foi realizada edição especial com a Poesia de Manuel Bandeira, com o apoio do Departamento Municipal de Cultura de Campos dos Goytacazes-RJ.

Em 1993, foi realizada a 10ª Edição da Mostra Visual de Poesia Brasileira, em homenagem ao centenário do poeta Mário de Andrade. A edição foi realizada em parceria  com o Grupo Livre Espaço de Poesia, de Santo André-SP e  teve o patrocínio no SESC-SP, e aconteceu nas cidades de: São Caetano, Santo André, São Bernardo e São Paulo-SP e recebeu o prêmio: Evento do Ano oferecido pela Associação de Críticos de Arte da cidade de São Paulo.

Em 1994 a 11ª Edição foi realizada na cidade de Teresina-PI em parceria com  a União Brasileira de Escritores e a Universidade Federal do Piauí - em homenagem a poesia de Torquato Neto e Mário Faustino.

Mostra Visual de Poesia Brasileira - XIIª Edição: 5 a 19 de Maio

Local: Museu Histórico de Campos

 Mostra Visual de Poesia Brasileira – XIIIª Edição: 5 a 19 de Julho

Local: Museu Histórico de Campos

 Mostra Visual de Poesia Brasileira – XIVª Edição: 19 de setembro a 3 de outubro

Local: Museu Histórico de Campos

 Mostra Visual de Poesia Brasileira – XV  Edição: 8 a 22 de novembro –

Local: Museu Histórico de Campos


Mostra Cine Vídeo – Curta Campos

Aberta a participação de produtores audiovisuais de todo território brasileiro.

Período 15 a 28 de junho

Locais: Museu Histórico de Campos, Santa Paciência -  Casa Criativa e IFF Campos Campus Centro

 

Oficina de Produção Audiovisual

Olhar com olhos livres e permitir que a lene capte o instante poesia

Período: 20 a 23 de junho – das 15 às 17h

Local: Museu Histórico de Campos

 
Laboratório de Teatro

Objetivo: seleção de atrizes e atores para montagem  do Boi-Pintadinho, e de montagens de Teatro em espaços não convencionais, bem como  participações nos Saraus e no Corredor Cultural.

Período:  A partir de Março

Dias: Terças e Quintas – Turma 1 - das 14 às 16h - Turma 2 – Das 16 às 18h

Local: Museu Histórico de Campos

Sarau Baião de Dois

Uma homenagem a poesia de Antonio Roberto de Gois Cavalcanti – Kapi

Local: Palco Kapi - Santa Paciência – Casa Criativa

Participações: Adriano Moura, Adriana Medeiros, Christina Cruz, Joilson Bessa e Winston Churchill.

Microfone Aberto

Data – 23 de agosto – 20h

Direção: Artur Gomes e Fernando Rossi

Artur Gomes – 50 Anos de Poesia

Show com música e poesia para lançamento do seu 19º livro: O Homem Com A Flor Na Boca

com a participação dos músicos/parceiros: Paulo Ciranda, Reubes Pess, Marcela Roza, Marcelo da Rosa

Local: Palco Kapi - Teatro Trianon – programação do Festival Doces Palavras

Mês: Setembro – Direção: Beth Rocha e Fernando Rossi

 Festival de Teatro – Troféu Antonio Roberto de Gois Cavalcanti – Kapi

Aberto a participação de Grupos de Teatro de todos território brasileiro.

Criar o Regulamento/Edital para chamamento público para a criação do Troféu Kapi

Criar Regulamento/Edital para inscrição dos grupos de Teatro

Período de Divulgação: 5 de maio  a 25 de julho.

Divulgação do vencedor para criação do Troféu Kapi – Dia 25 de agosto na semi-final do FestCampos de Poesia Falada

Divulgação dos grupos de Teatro selecionados para o Festival – Dia 26 de agosto – na Final do FestCampos de Poesia Falada

Data para realização do Festival - 17 a 20 de Outubro

Local: Palco Kapi – Teatro de Bolso

 

Obs.: durante todo ano de 2023 estaremos também envolvidos em pesquisas sobre o imortal José Cândido de Carvalho. Em levantamento de dados para criação do projeto de transformação do Hotel Gaspar em Centro Cultural e Galeria de Arte e elaboração do projeto para criação da Escola de Cultura Popular -  Kapi


Artur Gomes – Produtor Cultural 

Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima

Fulinaíma MultiProjetos

fulinaima@gmail.comfestcampospoesiafalda@gmail.com

22 – 99815-1258 – whatsapp

https://centrodeartefulinaima.blogspot.com/

 

Ainda Estamos Aqui

poema a(r)mado   todo os dias capino a esperança escavando outras palavras no chão desse quintal   e quando escrevo com enxada              ...