quarta-feira, 6 de abril de 2022

Poéticas Arturianas



Jura secreta 17



meu objeto concreto
é um poema abstrato

impressionista realista
quem sabe neo concretista
poderoso artefato

uma bomba de Hiroshima
uma rosa parafina
ou quem sabe uma menina
que conheci só no retrato

 

Jura Secreta 31


de Dante a Chico Buarque
todos os poetas
já cantaram suas musas

Beatriz são muitas
Beatriz são quantas
Beatriz são todas
Beatriz são tantas

algumas delas na certa
também já foram cantadas
por este poeta insano e torto
pra lhes trazer o desconforto
do amor quando bandido

Beatriz são nomes
mas este de quem vos falo
não revelo o sobrenome

está no filme sagrado
na pele do acetato
na memória do retrato
Beatriz no último ato
da Divina Comédia Humana
quando deita em minha cama
e come do fruto proibido

 

Jura Secreta 32

fosse apenas o que já foi dito
escrito falado pensado
não fosse tudo o que já foi maldito
e nada do que nunca foi sagrado

falo em tua boca enquanto em transe
um anjo me ilumina tanto
que mesmo mudo em tua língua canto

como um diabo que subindo aos céus
tentou muito mais de uma vez
quem sabe Gregório ou quem sabe Castro
descendo aos infernos como sempre fez

talvez Camões no corpo de um astro
me lance a infinita chama da pornô Gráfica lucidez

 

Jura Secreta 33
sampleAndo

o poema pode ser
um beijo em tua boca
carne de maçã em maio
um tiro oculto sob o céu aberto
estrelas de néon em Vênus
refletindo pregos no meu peito em cruz

na Paulista Consolação
na Água Branca Barra Funda
metal de prata desta lua que me inunda
num beijo sujo com uma Estação da Luz

nos vídeos.filmes de TV
eu quero um clipe nos teus seios quentes
uma cilada em tuas coxas japa
como uma flecha em tuas costas índia
ninja gueixa eu quero a rota teu país ou mapa

teu território devastar inteiro
como uma vela ao mar de fevereiro
molhar teu cio e me esquecer na Lapa


Jura secreta 29
esfinge

o amor
não é apenas um nome
que anda por sobre a pele
um dia falo letra por letra
no outro calo fome por fome
é que a pele do teu nome
consome a flor da minha pele

cravado espinho na chaga
como marca cicatriz
eu sou ator ela esfinge:
Clarice/Beatriz:

assim vivemos cantando
fingindo que somos decentes
para esconder o sagrado
em nossos profanos segredos
se um dia falta coragem
a noite sobra do medo

é que na sombra da tatuagem
sinal enfim permanente
ficou pregando uma peça
em nosso passado presente

o nome tem seus mistérios que
se escondem sob panos
o sol é claro quando não chove
o sal é bom quando de leve
para adoçar desenganos
na língua na boca na neve

o mar que vai e vem não tem volta
o amor é a coisa mais torta
que mora lá dentro de mim
teu céu da boca é a porta
onde o poema não tem fim

 

Jura Secreta 99

dentro do quarto
o poema tenso
não entra nem sai
o estômago ronca
as tripas gritam de fome
e o poema preso
tenta dar um salto
pular pelas janelas
o impulso é fraco
o país é pobre
enquanto o povo dorme
a rosa se esfacela
e os restos de bandeja
são vendidos por migalhas

 

Jura secreta 101

fosse Clarice
uma mulher aos trinta
em tudo que ainda sint(r)a
como um mar pulsando ostras
beijaria o sal nas coxas
entre deuses céus infernos
fosse sagrado – não profano
nossos desejos mais e-ternos

fosse nu – corpo sem planos
como o vento nos vinhedos
em teus cabelos – desalinhos
os teus poros nos meus dedos
tua lã fosse meu linho
tua língua entre meus dentes
em nossas bocas tinto – vinho



Artur Gomes
do livro Juras Secretas
Editora Penalux – 2018

disponível para compra em



Navegar é preciso

para Fernando Aguiar

Aqui
redes em pânico
pescam esqueletos no mar
esquadras descobrimento
espinhas de peixe convento
cabrálias esperas relento
escamas secas no prato
e um cheiro podre no AR

caranguejos explodem
mangues em pólvora
é surreal a nossa realidade
tubarões famintos devoram
cadáveres em nossa sala de jantar

como levar o barco
em meio a essa tempestade
navegar é preciso
mas está dificilíssimo navegar

A vida sempre em suspense
alegria a prova dos nove
fanatismo não me convence
muito menos me comove



cacomanga

ali nasci
minha infância
era só canaviais
ali mesmo aprendi
a conhecer os donos de fazendas
e odiar os generais

pessoa

não tenho pretensões de ser moderno
nem escrevo poesia
pensando em ser eterno
veja bem na minha língua as labaredas do inferno
e só use o meu poema
com a força de quem xinga

por aqui nem só beleza
nesses dias de paupéria
nação de tanta riqueza
país de tanta miséria

 

cacomanga 1

na roça desde cedo comecei a escavar palavras e separar uma das outras de acordo com o seu significado dar farelo de milho para os porcos e olhadura de cana para o gado aprendi que no terreiro não dependo de mercado e para que urbanidade se a cidade não tem paz com a enxada capinei a liberdade e descobri que ditadura é uma palavra que não cabe nunca mais

 

Artur Gomes

Pátria A(r)mada

www.arturgumesfulinaima.blogspot.com



jura mais que secreta


tenho um segredo sagrado
bem mais que ouro guardado
jura bem mais que secreta
o poema em linha curva
sempre corta a linha reta

uma gisele em flor de lótus
que mesmo fosse abstrata
é coisa do amor que se concreta

na quarta ela estava na feira
em espelhos de artesanato
e a minha língua solteira
cantava um vapor barato
lembrando da vez primeira
que meu olho viu teu retrato

teu corpo não era papel
era de pele e sangue
era de carne e osso
e naquela hora do almoço
foi tanto o meu alvoroço
que deixei a comida no prato

 

Federico Baudelaire

www.personasarturianas.blogspot.com




 Metáfora


meta dentro
meta fora
que a meta desse trem agora
é seta nesse tempo duro
meta palavra reta
para abrir qualquer trincheira
na carne seca do futuro
meta dentro dessa meta
a chama da lamparina
com facho de fogo na retina
pra clarear o fosso escuro

EuGênio Mallarmé

www.arturkabrunco.blogspot.com



Ana Carolina – A Musa

Em tudo que Ana não disse
teus lábios molhados
talvez só quisessem
a língua lambendo Clarice
na hora do amor se fizesse
um livro com hora marcada
no instante que ela quiser
na ora H de Clarice
em Ana nascendo a mulher

Federika  Bezerra

www.personasarturianas.blogspot.com




Fulinaíma MultiProjetos

www.centrodeartefulinaima.blogspot.com

Oficina de Fotografia e Produção Cine Vídeo

  

 Mostra Cine Curtas

Cinema Ambiental

Inscrições: de 5 de abril a 31 de maio

Realização: De 15 de Junho a 15 de Julho - 2022

Veja Regulamento e Ficha de Inscrição

Aqui: www.centrodeartefulinaima.blogspot.com e continua a campanha de doações de livros para a Biblioteca Bracutaia – Ong Beija Flor – Casa da Solidariedade – Rua Ari Parreira, 26 – Barra Velha – Gargaú – São Francisco do Itabapoana-RJ – 28230-000



Oficina Fotografia e Produção Cine Vídeo

 Direção: Artur Gomes – Dias: Sábados das 15 às 17h – Previsão para iniciar em junho –

Inscrições na Ong Beija Flor – Casa da Solidariedade – Rua Ari Parreira, 26 – Barra Velha – Gargaú – São Francisco do Itabapoana-RJ – 281230-000

e continua a campanha para doações de livros para a Biblioteca Bracutaia que será inaugurada dia 1º de Maio.

https://www.youtube.com/watch?v=vJ4I_oM1U3A&t=151s


Fulinaíma MultiProjetos

Contatos: fulinaima@gmail.com (22)9981-1268 – whatsapp



meta/fórica

 

ouço a música

nesse disco estrangeiro

a musa tem o nome: guanabara

no silêncio ela ri da nossa cara

a flor do mangue agora mora

onde seu leito jorra lama

por sua boca desdentada

peixe podre explode angra

em meu poema carNAvalha

naturalismo onde supunha

sal da terra no esgoto

eco sistema não interessa

ao senhor do mato grosso

agro-negócio é matadouro

soja pasto para os bois

o simbolismo da escrita é só metáfora

a concretude o modernismo vem depois

 

Artur Gomes

O Poeta Enquanto Coisa

www.fulinaimicamente.blogspot.com





 Fulinaíma MultiProjetos 

www.centrodeartefulinaima.blogspot.com

segunda-feira, 4 de abril de 2022

Mostra Cine Curtas Cinema Ambiental

 



Fulinaíma MultiProjetos

Coletivo Macunaíma De Cultura

Mostra Cine Curtas Cinema Ambiental

 

1. Apresentação

 A Mostra Cine Curtas Cinema Ambiental, não tem o caráter competitivo. O seu objetivo é traçar um painel com audiovisual com as questões que envolvem hoje o meio ambiente no país e no planeta.

 2. Inscrições

 As inscrições estão abertas até o dia 31 de maio e podem ser feitas através do e-mail fulinaima@gmail.com com a ficha de inscrição que está no blog www.centrodeartefulinaima@blogspot.com preenchida.

 2.1 Os filmes podem ter duração de 5 a 20 minutos, desde que tenham sido produzidos nos anos de 2018 para cá. Podem ser enviados através de links, caso estejam adicionados em alguma plataforma digital. Inscrições feitas após o dia 31 de maio não serão aceitas.

 2.2 Cada participante: Diretor ou Produtor poderá enviar até 3 filmes sendo que apenas 2 podem ser selecionados para a edição de 2022, que será exibida no mês de junho, em espaços físicos que serão definidos até lá.

 2.3 – Serão aceitos filmes produzidos com qualquer tipo de câmeras, filmadoras, celulares, etc.

 2.4 – Todos os detalhes e requisitos para as inscrções estão detalhados na Ficha de Inscrição que se encontra no blog mencionado no parágrafo 2.

 3. Seleção Júri

 3.1 Após o descarte das obras que não se enquadrarem no regulamento, todos os filmes serão assistidos por uma banca de jurados, composta por profissionais devidamente reconhecidos na área audiovisual. Serão eles os responsáveis por selecionar os filmes que serão exibidos e também as obras premiadas nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Ator(Atriz),  Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro, Melhor Direção.

 3.2 Todos os filmes selecionados receberão certificado de participação no evento e os premiados receberão um troféu exclusivo do festival, enviado pelo Correio.

 4. Exibições

 4.1 -  As exibições ocorrerão de forma online, com os filmes selecionados ficando disponíveis para acesso pelo período de 15 na página KINO3 no facebook, e em espaços físicos de forma presencial, que até junho serão definidos.

 5. DISPOSIÇÕES FINAIS

 5.1 A Mostra Cine Curtas Cinema Ambiental, não se responsabiliza pelo conteúdo presente nos filmes enviados, sendo ele de total responsabilidade de seus idealizadores. Considera-se, portanto, que os participantes estão conscientes quanto ao uso de áudios e imagens com direitos autorais de terceiros, cabendo ao criador do filme arcar com essas questões.

 5.2 Os realizadores inscritos concedem a Mostra Cine Curtas Cinema Ambiental o direito de reexibir as obras em eventos futuros, de modo a divulgar a Mostra e/ou servir como fonte de promoção do audiovisual nas regiões Norte e Noroeste do Estado do Rio de Janeiro.

 5.3 Todos os casos não previstos no regulamento serão analisados e deferidos pela Comissão Organizadora, que é formada por Artur Gomes, Jiddu Saldanha e Tchello d`Barros.

 6. CRONOGRAMA –

 De 05 de Abril a  31 de maio  Período de inscrições –

 De1 a 10 de junho : Análise do Júri - Divulgação dos filmes selecionados para a Mostra.

 De 15 de junho a 15 de julho: Exibição dos filmes selecionados.

 São Francisco do Itabapoana-RJ –

                           4 de Abril de 2022

 

Artur Gomes

Fulinaíma MultiProjetos

fulinaima@gmail.com

Coletivo Macunaíma De Cultura

www.coletivomacunaimadecultura.blogspot.com




Fulinaíma MultiProjetos

www.fulinaimamultiprojetos.blogspot.com

sexta-feira, 1 de abril de 2022

OUremos

 


 OUremos

 

despejo verbos em toneladas

para denunciar a verba pra essa manada

que pastores canalhas roubam

do ministério da educação

eu sou o cão

 

Ouremos



a dor do ciúme

érika era o azul
entre a serra e o vinhedo
a jura secreta
na carne das vinículas
nosso segredo sagrado
por entre as vinhas de Bento
o beijo quase rasgado
dentro das taças de vinho
e tanto amor prometemos
em rendas brancas de linho
érika era o azulzinho
por entre as tranças do vento
bebendo meu desalento
no interior da cozinha
e a mãe sôfrega na cama
ardendo o seu queixume
fazendo amor e
vertendo a dor do ciúme


Federico Baudelaire

www.coletivomacunaimadecultura.blogspot.com 



ensaiando

 três personagens

           à procura de um autor

 

li ontem alguns poemas

nem sei de quem eram

depois um texto longo

também nem sei de onde veio

aquele longo texto me dizia

:

estou dentro da garrafa

afogado na areia da praia

caramujos e mariscos

me engoliram quando mergulhei

na onde atlântica sem saber

não era pacífica era tempestade

trago riscos trago tragédias e risos

me procurem do outro lado da ponte

e lá que irão me encontrar

 

Rúbia Querubim

www.fulinaimargem.blogsot.com



ensaiando

três personagens

à procura de um autor

 

peguei um texto aqui

com signos de comunicação

indeciflável

e ainda por cima sem assinatura

nem sei se é de poeta escritor

ou letra de algum cantor

só conseguir ler uma frase

pois não sei se podemos

chamar isso de verso

:

moro não é mais candidato

a presidente botou o   rabo

entre os dentes trocou

até de partido para não ser preso

vai tentar cadeira na câmara

dos deputados esse brasil tá fudido

e não tem nada de engraçado

 

EuGênio Mallarmè

www.arturfulinaima.blogspot.com



miliciano travestido de presidente

 

nenhum rito nenhum mito

que isso aqui não é atenas

muito menos heras de grécia

itálias de venetto  palanque pra prometeu

 

nenhum grito de miliciano

travestido de presidente

que mata em nome de deus

 

Gigi Mocidade

www.fulinaimamultiprojetos.blogspot.com




O poeta enquanto coisa

Cristina Bezerra me disse
que trepo no corpo
das palavras
na desconstrução da normalidade
dos seus significados

o poema é um jogo de dedos
um lance de dados
e o poeta enquanto coisa
é mediúnico
amoral em sua estética

na transa poética
tudo o que sai do corpo
é o que já foi incorporado



atentado poético

a hipocrisia aqui é muita
liberdade muito pouca
com meus dentes de navalha
vou rasgar a tua roupa
esse poema beijo/bomba
vai explodir na tua boca


a flor da boca

ficamos duas horas em frente a casa velha aline perseguia os pássaros e eu comia o vento que passeava entre a pele eriçando os pelos ela me falou do prazer que ainda não tinha vivido e me mostrou a flor da boca tinha gosto de saudade o tempo da escrita e tudo que ali fizemos


61

revirei sacramento pelo avesso do avesso aline me acompanhou passo a passo pela ladeira até a casa dos fundos canários no quintal catavam o que comer fotografamos e filmamos o que pairou no ar e não perdoa o éter dentro o cafezal nos convidava ao êxtase aline olhou pelo espelho da janela que dava para o outro lado da alma e levitou entre as trilhas dos canteiros ouvindo o som que nos unia


naquela noite de chuva

as cores no vestido de Yansã passaram despercebidas por aqui o sangue encarnado nas matas de Oxossi e o olho do Dragão na ponta da espada de Ogum ainda que aline na porta da casa velha tivesse sobre a pele meus olhos presos nas palavras escritas na parede as sagradas escrituras não dissessem o quanto ali brotavam flores naquela noite de chuva num coração estraçalhado



paixão é quando
linguagem de cinema
corta o verso do avesso
e a cena segue em outra dimensão
sem seta sem endereço
como se a nova meta
enlouquecesse o coração

Artur Gomes

www.fulinaimagens.blogspot.com




intervenção poética


2

Buena à Vista - del Santa Cruz de La Sierra
Puerto Viejo - Bolívia - fronteiras com o Brasil/Pantanal
para Mocy Cirne - in Memória

aí Pedro Bial/TV Golpe - esse é o Rio de Janeiro que eu quero

quero um Rio de Janeiro
sem farda sem capacete
intervenção militar é o K ralho
não tente nos enganar
com essa carta do baralho
de olho na eleição
violência com violência
não se extermina nunca não

o chefe dos traficantes
mora nas Minas da conspiração

quero uma intervenção poética
bebendo o caldo da ética
embaixo os Arcos da Lapa
Cinelândia, Glória, Catete
Flamengo, Botafogo, Laranjeiras
Copacabana, Ipanema, Lagoa
Gávea até o baixo Leblon

quero a poesia vermelha
da tua boca de baton

da Rocinha ao Corcovado
da Maré a São Conrado
o olho no front da Barra
com toda palavrAção
no morro do Alemão
quero festa pra Bracutaia
nós vamos invadir sua praia
no grande mar da subVersão


 

dentro da carne que não sai


a carne de maçã: teu corpo devorei a cada dentada metáfora à flor da pele toda nua me recebeu na cama que era o chão da sala há 6 anos desejava teu corpo como quem deseja um prato de comida quando a fome é tonta nossa meta é física e o amor é quântico sem lucidez alguma até que passe a fome e o amor acabe


Artur Gomes Fulinaíma

www.fulinaimargem.blogspot.com



poétika

nem santa
nem puta
apenas filha
dessa ilha
seja do que for

Federika Lispector



Cia Desafio De Teatro

 A Cia Desafio De Teatro foi criada por Artur Gomes, em 2014, no SESC Campos, no Curso de Artes Cênicas dirigido por ele até 2016. No SESC o elenco da Cia era formado pelos alunos do Curso que resultou em 4 montagens:

 Nos Tempos da Foto Novela – 2014

Uma Noite De Natal – 2014

Waterkis – Selecione Água  2015

A Nossa Casa É Um Teatro – 2016

 De 2015 a 2017 a Cia Desafio de Teatro atuou no SINASEFE no Curso de Teatro MultiLinguens participando com encenações no Sarau Baião De Dois. Em 2017 a Cia participou também com encenações diversas no Sarau Manguinhos Vive, na praia de Manguinhos em São Francisco do Itabapoana.

 A partir do mês de maio, a Cia Desafio de Teatro passará a atuar na ONG Beija Flor – Casa da Solidariedade em Gargaú, dentro da programação do Projeto Arte e Cultura, com uma proposta de Teatro Popular para encenações em espaços não convencionais.

leia mais no blog

www.ciadesafiodeteatro.blogspot.com


Ainda Estamos Aqui

poema a(r)mado   todo os dias capino a esperança escavando outras palavras no chão desse quintal   e quando escrevo com enxada              ...